“Qualquer dia desses eu saio sem destino, sento debaixo de uma árvore qualquer, com uma paisagem agradável. Vou escrever sobre você, sobre nós, sobre o que você significa pra mim. Vou te gravar em mim. Vou te gravar em mim para que em hipótese alguma eu me esqueça de você e o quão bem você me faz. Que eu não me esqueça de tudo o que aprendi com você, e todos os sorrisos que eu dei por você, com você. E te peço, me grave em você, pode ser como música, como lembrança, como uma carta… Mas me grave, e de maneira alguma me deixe desaparecer, pode me guardar num cantinho do seu coração, mas de nenhuma maneira me deixa ir embora.”
“— Como seria um pedido de namoro ideal pra você?
— Sei lá.
— Se eu me ajoelhasse em meio a uma praça pública, e te pedisse em namoro?
— Eu mandaria você levantar e iria rir da sua cara.
— Romântico demais?
— Clichê demais.
— Se eu escrevesse uma música em homenagem à você, e fizesse o pedido?
— Não ia dar certo.
— Por que?
— Você canta mal.
— Porra.
— Que foi?
— Como é que vou te pedir em namoro então?
— Não sei… Só tenta.
— Namora comigo.
— Isso é uma ordem?
— Namora comigo, por favor?
— Tá implorando?
— Namora comigo ou…
— Agora vai me ameaçar?
— Quero uma namorada, ela precisa ser você.
— Precisa por que?
— Porque é tudo o que você mais quer.
— E você garante isso como?
— Se não quisesse, não me faria tentar mais de três vezes.
— E?
— E isso significa que nem precisava eu pedir. Você já é minha.”